Weverton propõe estado de calamidade pública e prorrogação do Auxílio Emergencial

Senador maranhense apresentou o PDL 1/2021, que estende até 30 de junho o estado de calamidade pública no Brasil

Senador Weverton foi o relator do primeiro decreto que instituiu o Auxílio Emergencial

O senador Weverton (PDT), apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL 1/2021), que estende até o dia (30) de junho o estado de calamidade pública no Brasil. Para o senador, as condições que motivaram o primeiro decreto, encerrado no último dia 31 de Dezembro de 2020, estão ainda mais graves.

Uma prorrogada, medida garante a flexibilização dos gastos do governo federal permitindo, por exemplo, a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial e a compra de insumos para o combate ao coronavírus não previstas no Orçamento.

“A abertura dessa margem fiscal vai dar condições para que os Estados e municípios recebam socorro financeiro para enfrentar este momento de crise. Na prática, o texto vai permitir gastos extras na área de saúde para comprar, por exemplo, vacina. Possibilita também a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600,00”, declarou o parlamentar.

Além de permitir o aumento do gasto público, o texto cria uma comissão mista composta por seis deputados e seis senadores, com igual número de suplentes, para acompanhar os gastos e as medidas tomadas pelo governo federal no enfrentamento do problema.

A comissão poderá trabalhar por meio virtual, mas terá reuniões mensais com técnicos do Ministério da Economia e uma audiência bimestral com o ministro da pasta, Paulo Guedes, para avaliar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas emergenciais relacionadas à covid-19.

“É importante acompanharmos de perto todas as ações de combate à pandemia. É fundamental ouvirmos também o ministro da Economia para saber como os recursos financeiros estão sendo gastos”, ressaltou o senador.

Weverton lembra ainda que o momento pede cautela e que o desafio, do ponto de vista econômico, é ajudar os trabalhadores e reforçar a adoção de medidas de proteção social.

“Fui relator do primeiro decreto, que durou até o final de 2020. Acompanhei de perto a importância da medida para o país. Mais uma vez o Congresso Nacional se antecipa e cumpre o papel que a sociedade espera”, explicou.

Fonte: Agência Senado

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