PM morto por prefeito, tinha um histórico de agressões, violento, indisciplina e frequentemente associado a situações de embriaguez

O Policial Militar Geidson Thiago da Silva Dos Santos, que foi assassinado pelo prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier, de 27 anos, COLECIONA uma série de denúncias de agressoes e ameaça de mortes durante a sua passagem como policial militar no Maranhão, seja nas varas criminais do Tribunal de Justiça do Maranhão, ou nas redes sociais, o policial militar morto durante vaquejada no município de Trizidela do Vale, a quase 300 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, era conhecido por ter um perfil violento, indisciplinado e frequentemente associado a situações de embriaguez.
Quem é João Vitor Xavier, assassino confesso do PM?
Nascido em Ouricuri, em Pernambuco, João Vitor Xavier foi eleito pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), em 2024 como prefeito de Igarapé Grande, cidade a 365 km de São Luís. Ele foi vitorioso ao conquistar 70,35% dos votos válidos, o que representa 4.987 votos.
João Vitor Xavier é de uma família de políticos com atuação em duas cidades do Maranhão. O pai dele, Júnior Xavier, é o prefeito de Bernardo do Mearim (MA), cidade que fica apenas a 12,5 km de Igarapé Grande, município no qual ele é prefeito.
Já o tio de João Vitor, Erlânio Xavier, é empresário e ex-prefeito de Igarapé Grande. Além disso, ele também é ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).
Quem era Geidson Thiago da Silva Dos Santos, PM assassinado pelo prefeito ?
Pelas redes sociais pessoas expuseram um histórico de agressões que teriam sido partaicadas pelo então PM Geidson. Em dos comentários, um homem com perfil denominado @jaysoncaWallas foi ainda mais duro, apresentando-se como vítima do soldado: “Divulguem o histórico desse policial também, aí irão saber quem era ele. Eu tive que vir embora morar em outro estado por conta desse policial aí. Tenho todos os processos guardados contra ele por ameaça de morte, e por espancamento. A primeira vez que ele me ameaçou eu estava com minha filha de 1 ano de idade. Tenho os vídeos guardados aqui dele me espancando junto com dois colega dele”.

Em áudios que circulam nos grupos de whatsapp do interior do Maranhão, um cidadão revela que não isenta o autor dos disparos contra o policial, mas faz questão de registrar o perfil do soldado Dos Santos, como era conhecido em toda a região.
“Ele vivia humilhando as pessoas”, diz o cidadão. “Com os cidadãos comuns, ele esfregava a arma na cara, ele dava tapa na cara, ele botava o caba de joelho, dava cascudo”, diz, acrescentando: “Uma vez ele chegou a ser afastado da PM, tomaram a arma, a farda dele, mas ele conseguiu com um advogado voltar de novo à corporação”.
EM TEMPO: mesmo com episódios lamentáveis, como estes em que acusam o PM morto, nada se justifica a forma como ele foiassassinado;
E MAIS: já passou da hora do Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão acompanhar de perto fazer um levantamento da conduta de policiais em todo o estado;
PRA FECHAR: são denúncias e mais denúncias de agressões, espancamentos e ameaças de mortes – sem contar que crimes violentos acontecem dentro do próprio Quartel Geral da PMMA.




