O Site Observatório realizou uma investigação na qual apontou que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), mandou pagar às pressas o valor do subsídio referente ao mês de janeiro de 2026, que estava atrasado

Pagamento foi realizado após o Ministério Público do Trabalho (MPT) e Tribunal Regional do Trabalho (TRT), adotar medidas mais rígidas, inclusive afirmando que pediria a prisão dos envolvidos no Sistema de Transporte Coletivo da Capital (Prefeitura de São Luís, Sindicato das Empresas e Sindicato dos Rodoviários). De acordo com o Desembargador Gerson de Oliveira, o acordo coletivo já estava em vigor, o que exclui qualquer possibilidade de nova fase de conciliação. Mesmo assim, as partícipes que operam o sistema urbano estão paralisados, contrariando o que havia sido firmado judicialmente.
“Não estamos mais em fase de conciliação, estamos em fase de descumprimento de acordo”, declarou o desembargador sobre a greve. “Eu garanto à população que as medidas estão sendo tomadas, são medidas amargas, duras, que precisam ser tomadas”, completou.
Além de descumprir o Acordo do TRT e pagar atrasado, o prefeito de São Luís manda o dinheiro pela metade, o que evidentemente, não vai resolver o pagamento de todos os trabalhadores rodoviários. Veja abaixo, o valor que o prefeito mandou pagar!

Ministério Público ajuizou Ação Civil Pública de Urgência, pedindo aumento de subsídio do transporte coletivo de São Luís e renovação da frota
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou nesta sexta-feira (6), uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência para que a gestão do prefeito Eduardo Braide aumente o valor do subsídio do transporte coletivo da capital e adote medidas imediatas para renovar a frota urbana de ônibus, após a paralisação do sistema provocada pela greve dos rodoviários iniciada no dia 30 de janeiro.
A peça é assinada pela promotora Lítia Cavalcanti. O processo já está na Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca de São Luís e tem como réus o Município de São Luís, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), além dos consórcios Central, Via SL, Upaon Açu e a empresa Viação Primor.
Segundo o MP, a crise no transporte coletivo de São Luís tem se repetido nos últimos cinco anos, com paralisações totais do serviço e prejuízos diretos aos usuários, que passam a depender de transporte por aplicativos e enfrentam aumento do tráfego e congestionamentos na cidade.
Na ação, o Ministério Público solicita que a Justiça determine o aumento imediato do valor do subsídio do transporte coletivo de São Luís em R$ 0,80 (Oitenta Centavos), elevando o valor pago atualmente de R$ 1,35 (Um Real e Trinta e Cinco centavos) para R$ 2,15 (Dois Reais e Quinze Centavos), por passageiro transportado, a partir deste mês de fevereiro de 2026.
VEJA A AÇÃO CIVIL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
EM TEMPO: até o Ministério Público do Maranhão argumenta que o valor do subsídio atualmente praticado não seria suficiente para cobrir os custos do sistema, especialmente com a previsão de reajustes trabalhistas da categoria em 2026, o que poderia contribuir para novas paralisações do serviço;
E MAIS: totalmente alheio sobre o Sistema de Transporte, sem estudos, sem planilhas e sem nada, o prefeito Eduardo Braide é o único que não apresenta uma solução para o gravíssimo problema;
PRA FECHAR: impotente, o prefeito de São Luís está encurralado em seu próprio orgulho, e vê os outros decidirem e resolverem um problema que ele mesmo criou.




