ESCÂNDALO! Sem licitação, sem publicação, sem empenho, Gestão Braide vai gastar mais de R$ Meio Milhão em pré-carnaval

A Prefeitura de São Luís pretende gastar, apenas neste primeiro dia de pré-carnaval, mai de R$ Mio Milhão

A Suprema Corte da Carnavalesca

O Site Observatório realizou uma investigação sobre os preços dos cachês que estão sendo praticados e pagos para as bandas, Chicabana e Joelma, e chegou a uma série de contratos e pagamentos que podem chegar a mais de R$ 500.000,00 (Quinhentos Mil Reais), pelas duas apresentações. Veja no vídeo abaixo!

A gestão do Prefeito Eduardo Braide (PSD), que não tem orçamento aprovado, por intransigência do próprio gestor que ajuizou por diversas vezes a questão orçamentária, agora sabe-se lá de onde vai tirar mais de R$ Meio Milhão para realizar um único dia de pré-carnaval no Aterro do Bacanga, em São Luís.

Em recente contrato, a prefeitura de Codó, pagou para a Banda Chicabana, o valor de R$ 250.000,00 (Duzentos e Cinquenta Mil Reais) (veja abaixo), em outras cidades, a mesma banda pode ter o cachê de R$ 350.000,00 (Trezentos e Cinquenta Mil Reais).

Já Joelma, ex-Calypso, já chegou a ter seu cachê majorado e pago por R$ 300.000,00 (Trezentos Mil Reais), em outras cidades Brasil a fora.

O certo é que a Prefeitura de São Luís está asfaltando, limpando e iluminando a área do Aterro do Bacanga, pois já contratou empresa pera instalar um Mega Palco com estrutura de som, ao lado do Terminal de Integração, onde pretende realizar os shows do pré-carnaval.

EM TEMPO: sem ter orçamento aprovado, sem licitar, sem publicizar, sem empenhar pagamento para as bandas e estruturas como é que se faz isso na gestão pública?????

E MAIS: em cidades que não estão devendo ninguém, que tem orçamento aprovado, o Ministério Público sempre pede a suspensão do evento, como foi o caso mais recente em Paço do Lumiar; 

PRA FECHAR: não dá para acreditar que os Membros do Ministério Público estão dormindo ou cegos para o que está acontecendo na Prefeitura de São Luís. 

4 Comentários

  1. Enquanto isso o Funcionario público que é serviço prestado precisando fazer um empréstimo para comprar material escolar e afins, mas não pode fazer um empréstimo consignado porque s prefeitura simplesmente cobra o valor da prestação do servidor mas não repassa aos bancos. Resultado: todos os bancos suspenderam empréstimo consignado aos servidores, mesmo esse valor sendo descontado do nosso contracheque e a prefeitura não fazendo o repasse.

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