ÉGUAS!!! Advogado maranhense quer que Elon Musk pague R$ 1 BILHÃO

Dinheiro seria destinado a um fundo de direitos difusos, responsável pela promoção de ações voltadas ao fortalecimento da democracia

O Educafro e o Instituto de Fiscalização e Controle acionaram a Justiça de Brasília entraram nesta quarta-feira (10), com uma ação   pedindo que o dono do X (ex-Twitter), Elon Musk seja condenado a pagar R$ 1 BILHÃO por danos morais coletivos. Um dos responsáveis pelo pedido de indenização ao dono do ‘X’ é o advogado do Maranhão e ex-juiz eleitoral Marlon Reis.

A ação surge em meio à ofensiva deflagrada pelo dono da plataforma, Elon Musk, contra o Supremo Tribunal Federal. No pedido, as entidades sustentam que a rede social teria atingido direitos difusos e coletivos ao violar os incisos I e III da Constituição. Os trechos em questão estabelecem que o Brasil constitui um Estado Democrático de Direito tendo como fundamentos a soberania e a dignidade humana.

Ainda segundo as ONGs, a ofensiva de Musk, que ameaçou descumprir decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes, “não apenas compromete a autoridade do Poder Judiciário, mas também abala a confiança pública nas instituições, elemento essencial para o funcionamento da democracia”.

A ação pede um bloqueio cautelar do capital social do X no Brasil, avaliado em cerca de R$ 509 MILHÕES, sob o argumento de que a empresa pode encerrar a qualquer momento suas operações no Brasil. A ação pede ainda que a plataforma seja obrigada a excluir postagens ofensivas e a contratar um ombudsman.

EM TEMPO: no último sábado (6), Elon Musk promove ataques ao Ministro do STF, Alexandre de Moraes em publicações no X. Entre outras acusações, o bilionário chamou o ministro do STF de “ditador” e disse que ele teria interferido no processo eleitoral brasileiro em 2022, para eleger o presidente Lula (PT).

E MAIS: após incluir Musk no processo das milícias digitais, Moraes ordenou que o X se abstenha de desobedecer qualquer decisão judicial, incluindo a reativação de perfis suspensos pelo Supremo, sob pena de multa diária de R$ 100 MIL por perfil, além de outras consequências legais.

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