Com a cidade inundada de sujeira, Braide manda R$ 90 MILHÕES para empresa do lixo

Último ano da gestão Braide, e a SEMOSP já empenhou R$ 222.933.037,20 (Duzentos e Vinte e Dois Milhões, Novecentos e Trinta e Três Mil e Trinta e Sete Reais), à SLEA

No primeiro ano da gestão do prefeito Eduardo Braide (2021), quando o orçamento financeiro ainda era da gestão passada, do ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o valor total pago à São Luís Engenharia Ambiental – SLEA foi de R$ 139.214.040,35 (Cento e Trinta e Nove Milhões, Duzentos e Quatorze Mil Reais). Já no ano seguinte (2022), com orçamento aprovado pela gestão do prefeito Braide, os valores pagos à empresa subiram mais R$ 44.881.000,00 (Quarenta e Quatro Milhões, Oitocentos e Oitenta e Um Mil Reais), totalizando pagamentos de R$ 183.191.392,31 (Cento e Oitenta e Três Milhões, Cento e Noventa e Um Mil Reais).

No ano passado (2023), terceiro ano da gestão Braide, a SLEA recebeu dos cofres públicos municipais o valor de R$ 184.095.000,00 (Cento e Oitenta e Quatro Milhões, Noventa e Cinco Mil Reais).

O que causa muita estranheza é que os parâmetros de geração e medição de resíduos sólidos leva em consideração o fator “per capita”, que segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a população de São Luís vem diminuindo nos últimos anos.

Para este ano (2024), último ano da gestão Braide, a SEMOSP já empenhou R$ 222.933.037,20 (Duzentos e Vinte e Dois Milhões, Novecentos e Trinta e Três Mil e Trinta e Sete Reais), e já caiu na conta da SLEA, o valor de R$ 86.065.506,20 (Oitenta e Seis Milhões, Sessenta e Cinco Mil, Quinhentos e Seis Reais).  Veja abaixo!

Levantamento do Site Observatório junto ao IBGE, leva em consideração, que ao invés de gerar mais resíduos, a população estabilizou o descarte de resíduos, sem falar que durante o período da pandemia. Além disso, uma acentuada crise econômica afastou o consumo de muitas famílias, e portanto, como todos os estuados apontam – menos consumo, menos geração de resíduos.

EM TEMPO: o Site Observatório também realizou um levantamento e apontou que não há controle quanto o assunto é KG/Lt de resíduos em São Luís;

E MAIS: não há uma fiscalização externa para se verificar o que é coletado e o que é realmente pago pelo gestão municipal;

PRA FECHAR: a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos – SEMOSP é a responsável, em tese, pela fiscalização do contrato com a SLEA.

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