
- Crise Institucional e Denúncias: Agentes relatam perseguições, assédio e cortes de benefícios, como o cancelamento do programa “Ronda na Rua” após denúncias, caracterizando o que chamam de maior crise na história da corporação;
- “Pacote de Maldades”: A categoria se revolta contra um projeto enviado à Câmara que aumenta a jornada de 30 para 40 horas semanais e reduz o valor da hora trabalhada, descumprindo promessas do então prefeito Eduardo Braide;
- Reação da Gestão: O secretário Marcos Afonso é o principal alvo das cobranças dos guardas municipais.
Após as cobranças chegarem aos vereadores, os guardas municipais afirmam que começaram as retaliações internas, com o cancelamento do projeto Ronda na Rua e das escalas extras que ajudavam a complementar a renda da categoria. Os agentes também denunciam uma tentativa de suspensão do porte de arma funcional, mesmo com profissionais ameaçados por facções.
As acusações alcançam ainda a administração interna da pasta. A categoria aponta a existência de supostos “funcionários fantasmas”, entre eles, um aliado pessoal do secretário que teria acumulado cerca de R$ 500 mil em salários sem exercer funções efetivas. Outra denúncia afirma que uma servidora teria recebido mais de R$ 119 mil apenas em horas extras em 2025, enquanto parte da corporação enfrenta cortes. Os guardas relatam ainda sucateamento da frota, com viaturas sem manutenção e veículos sem sirenes.
Até o momento, a Secretaria Municipal de Segurança não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias.




