ATENÇÃO, POLÍCIA FEDERAL! Postos de combustíveis aumentaram absurdamente os preços

Como não houve reajuste por parte da Petrobrás e especialistas apontam que NÃO há justificativa alguma para a elevação dos preços, a Polícia Federal precisa realizar uma investigação, tantos nas distribuidoras, quanto nos postos de combustíveis 

O preço dos combustíveis tem apresentado uma alta absurda nos preços, supostamente em meio ao conflito bélico iniciado por Donald Trump, entre Irã, Estados Unidos e Israel. Entidades representativas de postos de combustíveis apontam que as distribuidoras já subiram o preço do produto entregue aos estabelecimentos. Segundo relatos, as distribuidores abasteceram postos em que a gasolina foi  com acréscimo de R$ 1,00 (Um Real) e o diesel foi entregue custando até R$ 0,80 (Oitenta Centavos) mais caro.

Um levantamento realizado por órgãos de defesa do consumidor aponta que ainda não houve reajuste dos preços por parte das distribuidoras.

Política de preços da PETROBRAS

  • A atual política de preços da Petrobras consiste em observar a paridade internacional.
  • Mas também prevê que seja evitado o repasse de volatilidade para a sociedade brasileira.
  • A política considera também que seja garantida a participação da companhia no mercado.

O maior aumento no preço do litro foi relatado na Bahia, o Sindicombustíveis justificou que a distribuidora fez reajustes na quarta-feira (4) e quinta-feira (5), que alcançaram o valor de R$ 0,30 (Trinta Centavos) para a gasolina e R$ 0,80 (Oitenta Centavos) sobre o diesel. Segundo o representante dos postos do Rio Grande do Norte, a elevação também foi expressiva.

“Somente esta semana, a Gasolina saltou de R$ 2,5915 (Dois Reais e Cinquenta e Nove Centavos), para R$ 2,8915 por litro (Dois Reais e Oitenta e Nove Centavos) — alta de R$ 0,30 no produto puro, com impacto estimado de R$ 0,21 por litro na gasolina comum vendida ao consumidor (que leva 70% de gasolina A na mistura). O Diesel S500, por sua vez, passou de R$ 3,3225 (Três Reais e Trinta e Dois Centavos) para R$ 4,0725 (Quatro Reais e Sete Centavos) — aumento de R$ 0,75 no produto puro, com impacto de R$ 0,6375 (Sessenta e Três Centavos) no diesel misturado vendido nos postos”, justificou o Sindipostos RN.

Por isso, a Polícia Federal precisa realizar uma Operação em todo o Brasil, uma vez que estes aumentos estão mais relacionados com abusos e boataria, por que a distribuição é feita diretamente pela Petrobras, na qual AFIRMA QUE NÃO HOUVE ACRÉSCIMO ALGUM, e por outro lado, há relatos de que a estatal estaria impondo cotas às distribuidoras. Em Nota, a Petrobras esclareceu que não realiza distribuição de combustíveis. “A companhia produz, refina e vende o combustível para as distribuidoras”, destacou.

Enquanto as distribuidoras aumentaram os preços sem justificativa alguma, a Petrobras não comunicou nenhum reajuste. A última alteração nos preços foi em 26 de janeiro deste ano, quando a estatal fez foi diminuir o preço da gasolina, em 5,2% (Cinco vírgula dois por cento), uma redução de R$ 0,14 (Quatorze Centavos).

ABICOM reivindica reajuste nos preços

Para a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis – ABICOM, os desdobramentos do conflito no Oriente Médio fizeram o preço do barril de petróleo superar US$ 100 (Cem Dólares) pela primeira vez desde 2022. O salto eleva a defasagem entre os preços dos combustíveis no Brasil e a cotação internacional em um cenário que exigiria um aumento de R$ 1,22 (Um Real e Vinte e Dois Centavos), por litro de gasolina nas refinarias comandadas pela Petrobras, conforme avaliação da entidade.

“Alta exige reajustes da gasolina e do diesel nas refinarias da Petrobras, a diferença atual indica necessidade de reajuste de R$ 1,22 na gasolina (defasagem de 49%) e de R$ 2,74 no diesel (85%). Os eventuais reajustes dependem do veredito da Petrobras”, aponta a Nota.

Não há motivos para aumento, por enquanto

“A gente está tendo uma combinação de alta do preço internacional com alta do dólar. Para não descapitalizar a Petrobras, eu acho muito difícil que não haja algum nível de repasse. O que provavelmente a companhia vai fazer é esperar mais alguns dias, talvez uma semana, 15 dias para ver se há uma reversão desses preços porque eles estão muito voláteis”, explicou o economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Robson Gonçalves.

A análise de Gonçalves está em linha com uma declaração da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, na última sexta-feira (6/3).

“(A gente vai seguir) observando atentamente. Toda vez que esse mercado fica nervoso, como está agora, nós analisamos isso diariamente. Quando ele está calmo, uma semana, 15 dias. Neste momento a gente está olhando para isso todos os dias e vamos ver em que ponto vamos atuar ou se essa coisa se reverte”, disse Chambriard.

EM TEMPO: como não houve reajuste por parte da Petrobrás e especialistas apontam que NÃO há justificativa alguma para a elevação dos preços, a Polícia Federal precisa, urgentemente realizar uma investigação, tantos nas distribuidoras, quanto nos postos de combustíveis; 

E MAIS: além da Polícia Federal investigar as distribuidoras os órgãos de controle dos estados, como o PROCON devem realizar diligências para investigar se os preços elevaram nas notas de compras do produto adquiridos pelos postos de combustíveis; 

PRA FECHAR: ao que tudo indica, uma máfia que opera a distribuição de combustíveis em todo o Brasil, se “escorou” sobre a guerra e surfou na onda de boatarias e fake news para se aporoveitar auemntando os preços dos combustíveis.  

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Sobre o Editor
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JADSON PIRES é Letrólogo, Gestor Ambiental e Jornalista Investigativo DRT - 2095/MA. É editor deste Site, onde se dedica à divulgação do que está oculto e conteúdos relevantes ao público digital.

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