Em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Fortaleza (CE) o aumento começou a valer, ontem, quinta-feira (1º). Rio de Janeiro inicia a nova tarifa no domingo (4) e São Paulo a partir de terça-feira (6)

O Ano Novo começou com reajustes em tarifas de transporte coletivo público pelo Brasil. Pelo menos cinco Capitais começam 2026 com passagem de ônibus mais cara do que em 2025. São Paulo (SP) , Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Fotaleza (CE) já anunciaram reajustes que passam a valer neste início de janeiro.
Na Cidade de São Paulo o valor das tarifas de ônibus na cidade terá um reajuste de R$ 0,30 (Trinta Centavos) passando de R$ 5,00 para R$ 5,30 (Cinco Reais e Trinta Centavos), a partir da próxima terça-feira (6) de janeiro. No mesmo dia haverá aumento da tarifa básica do sistema metroferroviário da Região Metropolitana de São Paulo, que inclui metrô, trens da CPTM e Viamobilidade, que será reajustada de R$ 5,20 para R$ 5,40.
Na Cidade do Rio de Janeiro, as tarifas dos transportes municipais da cidade (ônibus, VLTs, BRTs, “cabritinhos” e vans) – serão reajustadas em R$ 0,30 (Trinta Centavos), a partir do Domingo (4). As passagens, atualmente no valor de R$ 4,70 passarão a custar R$ 5,00 (Cinco Reais).
Na Cidade de Belo Horizonte, o reajuste das passagens do transporte coletivo municipal aumenta em todas as linhas.
- O valor da tarifa principal (linhas diametrais, radiais, troncais, perimetrais e semi-expressas) passa de R$ 5,75 para R$ 6,25 (aumento de 8,6%) a partir desta quinta (1º).
- Nas linhas circulares e alimentadoras, o valor sobe de R$ 5,50 para R$ 6,00.
- Já as linhas do serviço social, que atendem vilas e favelas, seguem com Tarifa Zero.
O reajuste também vale para o serviço suplementar (transporte alternativo). No grupo 1, a passagem sobe de R$ 5,50 para R$ 6,00; no grupo 2, de R$ 5,75 para R$ 6,25; e no grupo 3, de R$ 2,75 para R$ 3,00.
Em Florianópolis, além de ter aumento de preço, o sistema deixará de aceitar pagamento em dinheiro a partir da próxima segunda-feira, dia 5. A passagem de ônibus paga por Pix QR Code, passou de R$ 6,90 para R$ 7,70. Para quem utiliza o Cartão Cidadão, o valor subiu para R$ 6,20. O bilhete nas linhas executivas passa a custar R$ 20,00 (Vinte Reais), até 2025, o valor era de R$ 18. A prefeitura afirma que o reajuste é necessário para garantir o equilíbrio financeiro do sistema e manter a operação do transporte coletivo em funcionamento.
Na capital cearense, a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza – ETUFOR autorizou o reajuste que passou de R$ 4,50 (Quatro Reais e Cinquenta Centavos) para R$ 5,40 (Cinco Reais e Quarenta Centavos), a partir de ontem, 1º de janeiro. Já a tarifa estudantil não sofreu alterações e seguirá custando R$ 1,50 (Um Real e Cinquenta Centavos). Além da manutenção do preço da meia-passagem, o Passe Livre Estudantil, que garante 2 (duas) passagens gratuitas para estudantes em dias letivos, segue em vigor.
Em São Luís, Capital do Maranhão, na CONTRAMÃO do mundo inteiro, a Prefeitura de São Luís por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes – SMTT e o prefeito Eduardo Salim Braide travam uma guerra cega, com foices e no escuro, com empresários do Sistema de Transporte Coletivo. A gestão municipal não dialoga e muito menos discute tecnicamente com as categorias, para se chegar ao óbvio que é o equilíbrio financeiro da tarifa, a fim de, tal qual em outras Capitais brasileiras, chegar a um acordo para garantir o funcionamento do Sistema de Transporte para atender a população.
Em todas as Capitais brasileiras, além do subsídio pago ao Sistema de Transporte Coletivo, o preço das passagens é reajustado anualmente. Em São Luís, além de não dialogar e dar transparência aos gastos públicos, a gestão Braide “inventa” absurdos surreais, como foi o folclórico “urberbraide”, que sangrou os cofres públicos, pagando empresário em Paraíso Fiscal e que não atendeu a população ludovicense.
EM TEMPO: sem saída, na contramão de tudo e sem razão, o prefeito Eduardo Salim Braide deve conceder o reajuste no preço das passagens, a partir de 1º de fevereiro e equilibrar a planilha de custos do Sistema de Transporte Coletivo da Capital;
E MAIS: sem diálogo, sem critérios e estudos de impactos financeiros, o prefeito de São Luís continuará “administrando” o Sistema de Transporte Coletivo, da mesma forma que atuou nos últimos 5 anos, de forma equivocada e extremista, que prejudicou usuários, o comércio, estudantes e a comunidade em geral;
PRA FECHAR: neste ano de 2026, o prefeito de São Luís tem a oportunidade de consertar o desastre que foi até agora, a sua “gestão” do Sistema de Transporte Coletivo da Capital.




