URGENTE! Flamengo na Final da Libertadores
Flamengo vencerá por 3 x 0 após Estudiantes ter jogado com jogador irregular

O Clube de Regatas Flamengo, certamente será classificado para jogar a final da Copa Libertadores, contra o Palmeiras, uma vez que o Estudiantes escalou um jogador completamente irregular na semifinal da Libertadores de 2026. O Mengão contesta a escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes no jogo de volta, no Maracanã, e os fundamentos jurídicos para reivindicar os pontos da partida são irrefutáveis.
A discussão, no entanto, está longe de ter um desfecho garantido: embora tenha autorizado provisoriamente a participação do zagueiro, o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) deixou em aberto a análise definitiva sobre a elegibilidade do jogador e as possíveis consequências esportivas.
O Flamengo tem total razão, uma vez que a CONMEBOL havia rejeitado duas vezes a inscrição de Rojo na Libertadores. Ele foi contratado pelo clube argentino após o encerramento da janela de transferências argentina, o defensor recorreu ao TAS por meio do clube e obteve uma LIMINAR que permitiu sua escalação contra o Flamengo. O time argentino avançou à final após empate sem gols no tempo regulamentar e vitória nos pênaltis, mas o Rubro-Negro formalizou sua oposição à participação do jogador antes do confronto.
A LIMINAR concedida ao Estudiantes para escalar o jogador Marcos Rojo, não determinou a perda de pontos do Estudiantes, tampouco confirmou a irregularidade da inscrição, contudo, o documento não impediu que a questão fosse examinada posteriormente. E é justamente aí que o Flamengo concentra sua argumentação.
Na medida cautelar concedida, o Tribunal considerou que o interesse esportivo do jogador em disputar uma partida de relevância excepcional justificava permitir sua participação naquele momento, no entanto, um trecho importante trata do pedido para impedir que a participação de Rojo pudesse fundamentar uma eventual sanção esportiva ou disciplinar. O Tribunal rejeitou essa solicitação por considerar prematuro antecipar uma decisão sobre uma punição hipotética.
“No entanto, cabe ao Estudiantes e ao jogador realizar uma avaliação de riscos caso a sentença final do CAS não confirme a elegibilidade do jogador” — diz trecho do documento.
A corte ressaltou, contudo, que essa rejeição não significava reconhecer o cabimento de uma eventual sanção nem antecipar o resultado do julgamento definitivo. O documento também atribuiu ao Estudiantes e ao jogador a responsabilidade de avaliar os riscos caso a decisão final não confirme a elegibilidade do defensor.



