Informações exclusivas ao Site Observatório apontam que dinheiro que foi encontrado dentro do porta malas de um Clio vermelho, que era conduzido por um amigo e assessor de Eduardo Braide (PSD), teria sumido do prédio da Superintedência de Investigações Criminais – SEIC, e talvez por isso, caso nunca teve um desfecho

- O flagrante: O dinheiro foi localizado pela Polícia Militar no dia 30 de julho de 2024, dentro do porta-malas de um veículo Renault Clio vermelho, de placas NXH5E16, que estava em uma rua do bairro Renascença, em São Luís.
- Os envolvidos:
- O motorista filmado deixando o veículo no local, era Guilherme Ferreira Teixeira, vulgo Guilherme Bucho, que na época atuava como assessor parlamentar do deputado estadual Fernando Braide (irmão de Braide). Ele foi exonerado logo após o escândalo.
- Um homem chamado Carlos Augusto Diniz da Costa, vulgo Makilas compareceu ao local do veículo e se apresentou à polícia como o suposto “dono” do carro. Ele era funcionário em cargo de confiança, do então prefeito Eduardo Braide. Ele também foi exonerado após o escândalo.
- Fuga no carro em nome da mãe de Eduardo Braide O veículo que deu fuga a Guilherme Bucho, e era procurado e era procurado pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) desde que ele foi visto nas imagens, estava em nome da mãe do então prefeito de São Luís, e estava sendo conduzido por Carlos Augusto, o Makilas.
- Investigações: A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), deflagrou operações de busca e apreensão nas residências dos suspeitos para mapear a origem e o destino do dinheiro. As linhas de investigação avançaram para identificar os reais financiadores e operadores do esquema, mas de lá pra cá já se passaram 648 dias (21 meses), sem que a SEIC entregasse à população, um desfecho sobre o caso.
- Posicionamento de Braide: Na ocasião, o então prefeito Eduardo Braide — que exerceu o mandato de prefeito de São Luís até março de 2026 — declarou publicamente que não tinha conhecimento sobre o caso, jogando a responsabilidade para o irmão, conhecido como “Tonho”, tratando-se de Antônio Braide.
EM TEMPO: agora, quase 2 anos após o escândalo, a SEIC nunca escalareceu o caso, e a dinheiro encontrada no porta malas do Clio Vermelho, teria tomado rumo desconhecido e desaparecido;
E MAIS: a Secretaria de Segurança Pública – SESP precisa esclarecer o paradeiros do dinheiro, bem como, esclarecer de uma vez por todas, a origem do dinheiro;
PRA FECHAR: de quem era o dinheiro que estava com os amigos e assessores de Eduardo Braide ?????
FUI: cadê o dinheiro que estava aqui ????



