Ex-prefeito de São Luís insistia em brigar com o Sistema de Transporte Coletivo, e contratou empresa, cujo proprietário é sediado na Ilhas Cayman, para, supostamente prestar serviços de corridas particulares durante a greve dos dias 13 a 16 de Março deste ano – agora chegou a cobrança para a atual prefeita

O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Salim Braide (PSD), inventou uma tresloucada e absurda ideia de colocar transporte particular para locomover a população da Capital do Maranhão, indo totalmente na contramão do que diz o regramento da mobilidade urbana. E numa movimentação irresponsável e de total desespero, Braide bancou um contrato com uma empresa sob suspeita de legalidade em todo o Brasil, com um empresário sediado nas Ilhas Cayman, conhecido mundialmente como um dos principais paraísos fiscais do mundo. O acordo, que envolve a terceirização de serviços públicos na área de transporte foi firmado em 21 de fevereiro de 2025, na qual foi empenhado R$ 16.000.000,00 (Dezesseis Milhões de Reais).
Com as inúmeras brigas, desentendimentos, atrasos nos pagamentos do subsídio dos rodoviários, falta de diálogo, descumprimentos de acordos e decisões judiciais por parte do então prefeito da Capital, o Sistema entrou em colapso, e por isso, várias greves e paralisações foram ocorridas na Capital. Então, eis que surgiu da cabeça do prefeito Eduardo Braide a contratação de uma empresa para supostamente prestar serviços de transporte individual de passageiros – entrou para a história como o maior plano mirabolante de um gestor de São Luís.
Agora, numa investigação EXCLUSIVA do Site Observatório, que teve acesso a documentos que apontam que a conta chegou mais uma vez, e a cobrança foi diretamente ao gabinete da prefeita de São Luís, Esmênia Miranda, que terá que desembolsar R$ 7.710.845,19 (Sete Milhões, Setecentos e Dez Mil, Oitocentos e Quarenta e Cinco Reais), por apenas 4 (quatro dias), pela suposta prestação de serviços da empresa de Simeng Wang. Segundo documentos, nestes dias, a 99 realizou 303.744 viagens (99 Pop: 170.506 / 99 Moto: 133.238). Veja os documentos, abaixo!


EM TEMPO: o valor do subsídio do subsídio do transporte público coletivo, referente ao pagamento salarial dos trabalhadores rodoviários, que o ex-prefeito Eduardo Braide insitia em não pagar varia em torno de R$ 5 Milhões, num período de 30 dias, e transportando cerca de 400 mil passageiros por dia;
E MAIS: na cabeça do antigo gestor, era melhor brigar com os rodoviários, com os empresários, colapsar o Sistema de Transporte e contratar o empresário de Paraíso Fiscal para pagar mais de R$ 7 Milhões em apenas 4 dias;
PRA FECHAR: agora, depois desta aberração de gastos de dinheiro público, a Prefeitura de São Luís terá que gastar mais de R$ 7 Milhões, com uma suposta prestação de serviços de transporte de passageiro individual;
F.U.I: muita loucura!!!!
Tribunal de Contas, Ministério Público estão com Antolhos e fingem não ver o sobrepreço nesta contratação da 99 tecnologia…




Um Comentário
Um absurdo uma política podre sempre foi assim