Quem não lembra que Eduardo Braide autorizou pagar a verba indenizatória de mais de R$ 40 Mil a seu amigo Enéas ??? Agora, para carimbar todos os desmandos na Controladoria Geral do Município, o prefeito, que lascou com funcionários de carreira, manda pagar jettons que ultrapassam o teto constitucional

Cheio de penduricalhos, o Controlador-Geral de São Luís, Sérgio Motta, o faz tudo de Braide na CGM, fura o teto enquanto servidores são esmagados pelo atual prefeito. Uma investigação detalhada realziada pelo Site Observatório revela um cenário, no mínimo, indigesto para quem acompanha a realidade do funcionalismo público municipal. Enquanto servidores efetivos convivem diariamente com o abate-teto, cortes e limitações remuneratórias rigorosas, o Controlador-Geral do Município parece estar, digamos assim, nadando em dinheiro. 

A gestão de Eduardo Braide já foi denunciada por irregularidades em homologações de pagamentos milionários realizadas pelo Controlador-Geral, Sérgio Motta. A denúncia foi enviada ao Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) pela Associação dos Auditores de Controle Interno do Município de São Luís (AACIM). Segundo a Representação da AACIM, Motta é acusado pela associação de usurpar a competência exclusiva dos Auditores de Controle Interno ao homologar processos de pagamento repletos de irregularidades e indícios de sobrepreço.
O procurador-geral teria ignorado s análises técnicas dos auditores da Controladoria Geral do Município (CGM) e o fluxo processual estabelecido pelo Decreto Municipal nº 54.356/2020, que previa a análise prévia pela Central de Liquidação de Despesas (CLD).
A associação detalha que, mesmo diante de pareceres técnicos apontando graves inconsistências, como fortes indícios de sobrepreço e conluio entre empresas nos contratos do “show da virada”, o Controlador-Geral homologou pagamentos que totalizaram R$ 7.798.828,00 (Sete Milhões, Setecentos e Noventa e Oito Mil, Oitocentos e Vinte e Oito Reais), no final de 2024 e outros R$ 3.585.000,00 (Três Milhões, Quinhentos e Oitenta e Cinco Mil Reais), em fevereiro de 2025. A denúncia aponta que essa homologação ocorreu, inclusive, fora do horário de expediente e durante o período de férias do Controlador.




