
- Valores Crescentes: O montante de 2025 foi superior a 2024, e 2026 será maior ainda, consolidando uma trajetória de aumento no financiamento da educação básica.
- Aumento em 2026: A Portaria Interministerial nº 14/2025 aponta que em 2026 o Fundo movimentará R$ 370,3 bilhões, um aumento de 8,54% em relação a 2025.
- Beneficiários: Esses recursos são destinados à educação básica, cobrindo o pagamento de professores, transporte escolar, material didático e infraestrutura.
- Nova Regra (VAAT/VAAR): Com o novo Fundeb, as complementações da União (VAAF, VAAT e VAAR) aumentam progressivamente até 2026, beneficiando um maior número de municípios.
Esse crescimento é motivado tanto pelo aumento da contribuição de Estados e Municípios, quanto pelo aumento da complementação da União, que está atingindo seu valor máximo escalonado (que chegará a 23% em 2026).
Vale dizer que tudo isso é fruto de muita luta das professoras e professores que diariamente constroem nossa rede e organizam suas batalhas em defesa da educação pública de São Luís através do Sindeducação.
Neste ponto, cabe ressaltar o equívoco do prefeito em atacar publicamente a organização dos (as) professores (as), solicitando de pronto que os cartazes com nossas pautas, definidas pela categoria em Assembleia, fossem rasgados, pois ele é quem teria “compromisso com a educação e com os professores”.
Em sua fala, Braide dava a entender que o reajuste anunciado seria maior que o reivindicado pela entidade, de 7% (deliberado em Assembleia), bem como superior ao novo cálculo do piso para este ano, fruto de medida provisória do governo federal (de 5,4%), como se o sindicato lutasse por um índice rebaixado.
O que o prefeito não entende, ou faz que não entender, é que esse índice foi fruto de análise da categoria ao ler os cenários que lhe eram apresentados, de índice rebaixado para recomposição do piso, bem como de seu anúncio ano passado, quando os (as) professores (as) reivindicaram 15% e ele não concedeu nem a metade desse índice, mesmo podendo fazê-lo, como fica comprovado agora.
EM TEMPO: a gestão Braide ainda precisa esclarecer aos professores, o rombo no dinheiro do Precatório do FUNDEF.




