Magistrada atendeu a pedido da Defensoria Pública, soltura de homem que não estava na cena do crime

No mais recente caso, que foram presos (apreendidos) adolescentes acusados assassinar a tiros um trabalhador rodoviário em pleno exercício de suas funções. A juíza Maria da Conceição Rêgo a liberou, durante a audiência de custódia, um suposto envolvido na ação desastrada e criminosa. Ocorre que o homem que foi solto nesta audiência, sequer estava na CENA DO CRIME, não tinha antecedentes criminais (passagem), e se “laranjou” por ter ido buscar um dos criminosos, o que levou a juíza a atender a um pedido de relaxamento de prisão, pela própria Defensoria Pública.
Bastou este enredo, para que grupos odiosos nas redes sociais, alguns blogs e demais “opinadores” públicos espalhassem um enxurrada de comentários falando que a polícia prende e a justiça solta, sem sequer ler um parágrafo do que estava acontecendo.
Chegamos até ouvir e ver pelas redes sociais que o homem solto era criminoso e que participou do assassinato do motorista de ônibus.
Essa opinião pública, o senso comum espalhando falsamente informações são na verdade, um alento para a criminalidade e traz consigo a sensação de impunidade.
Neste caso triste e lamentável, segundo a investigação da Polícia Civil, envolve menores de 18 anos no Crime e que certamente não vai acontecer nada com eles. Péssimo mesmo será para os familiares da vítima e a sensação de impunidade fica muito evidente, não apenas pela decisão da magistrada, que agiu corretamente, mas é o senso comum de que morreu mais um e que venha a próxima vítima.
EM TEMPO: a Lei é frágil, mas é a Lei…




